Turnaround & Special Situations e M&A
Empresa não quebra por falta de lucro. Quebra por falta de caixa.
Turnaround para empresas a partir de R$ 1 milhão de faturamento mensal. Diagnóstico com data de entrega, plano com um dono para cada linha e execução acompanhada dentro da empresa, até o caixa virar.
Conversa sob acordo de confidencialidade. Nada circula fora da mesa que decide.
R$ 1 mi
Faturamento mensal mínimo
Abaixo disso, a estrutura certa é outra e nós indicamos
21 dias
Do mandato ao diagnóstico
Prazo contratado, não estimativa
13 semanas
Horizonte do fluxo de caixa
A régua de decisão de todo o mandato
1 sócio
Responsável por cada mandato
Quem vende o trabalho é quem senta na mesa toda semana
Para o acionista
Recuperar valor enquanto ainda existe valor a recuperar
O ciclo da crise é conhecido: a margem cai, o capital de giro é financiado com dívida cara, o prazo do fornecedor encurta e a empresa passa a trabalhar para pagar juros. Cada mês de espera reduz o leque de saídas e o preço de qualquer uma delas.
Caixa antes de estratégia
As primeiras semanas atacam ciclo financeiro, capital de giro e as dez maiores torneiras abertas. Estratégia sem fôlego de caixa é exercício acadêmico.
Plano com nome e data
Cada iniciativa tem responsável, valor esperado e semana de entrega. O que não tem dono não entra no plano, porque não vai acontecer.
Discrição operacional
Time, banco, fornecedor e cliente descobrem o que precisam, quando precisam. Turnaround anunciado cedo demais vira corrida de saque.
Para o credor e o investidor
Um interlocutor que apresenta número, não desculpa
Banco, fundo e debenturista enfrentam o mesmo problema quando um devedor entra em estresse: a informação chega tarde, incompleta e sempre com pedido de prazo. Recuperação boa costuma valer mais que execução rápida, mas só quando existe plano crível para acompanhar.
Fluxo de caixa auditável
Projeção de treze semanas, revisada toda semana, com variação explicada linha a linha. Todos discutem a partir do mesmo número.
Mesa organizada
Renegociação conduzida com todos os credores relevantes ao mesmo tempo, com a mesma informação. Acordo bilateral no escuro fura fila e derruba o resto.
Saída estruturada
Venda de ativo, entrada de capital novo ou conversão de dívida em participação, executadas como operação de M&A, com processo competitivo.
Mandatos
Cinco tipos de mandato, um mesmo compromisso com número
A crise chega em estágios diferentes, e cada estágio pede um mandato distinto. O que não muda é a régua: caixa projetado, plano com dono e responsabilidade por execução.
Diagnóstico e plano de recuperação
Vinte e um dias para responder três perguntas: quanto tempo de caixa existe, onde o valor está vazando e o que precisa acontecer nos próximos noventa dias. Termina com plano priorizado e defendido diante do acionista.
Turnaround operacional e financeiro
A execução do plano dentro da empresa, com presença semanal e ritmo de gestão instalado. Não entregamos relatório e vamos embora: sentamos na reunião em que a decisão é tomada.
Special Situations e renegociação de dívida
A mesa com bancos, fundos, fornecedores estratégicos e detentores de garantia. Alongamento, carência, novação, troca de garantia ou dinheiro novo, com a estrutura jurídica desenhada em conjunto com o escritório.
Gestão de crise e interim management
Quando a empresa precisa de mão na direção, e não de conselho: um executivo do mandato assume interinamente a posição financeira ou geral, com autoridade acordada e prazo definido.
M&A e soluções de capital
Venda total ou parcial, desinvestimento de unidade, captação de dívida estruturada ou entrada de sócio. Conduzido como processo competitivo, com prazo, porque comprador sem concorrente dita o preço.
O método
Do mandato ao caixa virado
Turnaround falha por dois motivos: diagnóstico que demora demais e plano que ninguém executa. As seis etapas abaixo existem para fechar essas duas portas.
- 01
Mandato e acesso
Confidencialidade assinada, escopo definido e acesso direto a contabilidade, extrato, contrato de dívida e sistema de gestão. Sem acesso pleno, o diagnóstico vira opinião.
Um sócio responsável nomeado no contrato, presente do primeiro ao último dia.
- 02
Caixa de treze semanas
A primeira entrega é sempre a mesma: quanto tempo a empresa tem. Recebimento, pagamento, dívida e sazonalidade, semana a semana, com os pontos de ruptura marcados.
É o instrumento que passa a governar toda decisão do mandato.
- 03
Onde o valor vaza
Margem por produto, cliente e canal; ciclo financeiro; estoque parado; contrato desequilibrado; custo fixo desalinhado com o faturamento atual. A conta quase nunca está onde o dono imagina.
- 04
Plano priorizado
Iniciativas ordenadas por impacto em caixa e velocidade de execução, cada uma com dono, valor esperado e semana de entrega. O que não cabe nas próximas treze semanas fica para a fase dois.
Plano apresentado ao acionista com o cenário de não fazer nada ao lado, para a comparação ser honesta.
- 05
Execução acompanhada
Presença semanal na empresa, comitê com pauta fixa e placar aberto. Iniciativa atrasada é reprogramada ou morta na semana seguinte, nunca arrastada em silêncio.
- 06
Mesa de credores e saída
Com plano em execução e número defensável, a renegociação muda de tom. Daí saem alongamento, capital novo, venda de ativo ou a devolução do bastão a uma gestão que voltou a funcionar.
A régua
Treze semanas: por que essa é a medida
Empresa em dificuldade costuma olhar o mês fechado e o resultado do exercício, que são as duas informações que chegam tarde demais para mudar alguma coisa. O fluxo de caixa de treze semanas é o instrumento clássico do turnaround porque cabe num trimestre, alcança o próximo vencimento relevante e ainda dá tempo de agir sobre o que aparecer nele.
Ele é reconstruído do zero, alimentado semanalmente e comparado com o realizado. A variação explicada linha a linha é o que transforma uma conversa de expectativa numa conversa de fato, com o acionista e também com o banco.
Semana 1
Fotografia do caixa e identificação do primeiro ponto de ruptura.
Semana 3
Diagnóstico entregue, com plano priorizado e cenário de inação ao lado.
Semana 6
Primeiras iniciativas de caixa entregues e mesa de credores organizada.
Semana 13
Caixa projetado versus realizado na mesa, e a decisão sobre a fase seguinte.
Quando faz sentido
Os sinais que antecedem a crise formal
Nenhum deles exige inadimplência. Os mandatos com maior recuperação de valor começam quando ainda há caixa para financiar a própria virada.
Faturamento estável, caixa apertando
A receita não caiu, mas o dinheiro não sobra. Quase sempre é ciclo financeiro, e não margem.
Dívida rolando cada vez mais cara
Antecipação de recebível, cheque especial e capital de giro renovados sem folga entre uma operação e a seguinte.
Covenant quebrado
Índice contratual descumprido, com risco de vencimento antecipado e de efeito dominó nos demais contratos.
Crescimento que consome caixa
Faturamento subindo enquanto a necessidade de capital de giro sobe mais rápido ainda.
Resultado que ninguém explica
Contabilidade que não fecha com o extrato, margem por produto desconhecida e decisão tomada por percepção.
Sucessão ou saída à vista
Venda em estudo, sócio querendo sair ou geração seguinte assumindo, com a empresa ainda não preparada para ser avaliada.
O que não fazemos
- Empresa abaixo de R$ 1 milhão de faturamento mensal, onde a estrutura de um mandato não se paga
- Diagnóstico sem acesso à contabilidade, ao extrato e aos contratos de dívida
- Plano entregue sem acompanhamento de execução
- Trabalho remunerado apenas por êxito, que distorce a recomendação
Perguntas frequentes
O que costumam perguntar antes da primeira conversa
A conta da espera é sempre maior que a do diagnóstico
Três meses de improviso custam mais que um mandato inteiro, e tiram da mesa as saídas que ainda estavam abertas.